. Escolas públicas não serão beneficiadas com satélite SGDC - Tudo Sobre Tecnologia



Não chega a ser uma novidade que o governo brasileiro não tem como hábito valorizar a edução público no país. Mais um prova disso é a declaração recente dada por Jorge Bittar, ex-presidente da Telebras, a respeito do primeiro satélite 100% brasileiro destinado a comunicações (SGDC), cujo lançamento na órbita foi adiado para abril, e tem como objetivo não só expandir a conectividade para regiões longe dos grandes centros urbanos, mas também atender com qualidade todas as escolas públicas.



A Telebras abdica do seu papel público, ao entregar 80% da capacidade do satélite para o setor privado sem criar qualquer tipo de obrigação de universalização. Com o atual projeto, o Estado brasileiro deixa de ser o impulsionador da universalização para apenas oferecer infraestrutura para as grandes operadoras", afirma.

Ou seja, na visão de Bittar, para que haja uma entrega dos serviços de internet com qualidade nas escolas e também para atender os demais projetos sociais o edital do atual modelo de exploração do satélite nacional que se encontra em consulta pública precisa ser revisto, não permitindo a oferta de links dedicados, sem compartilhamento.


Segundo ele, isso seria praticamente impossível por conta da capacidade total de 64 GB do satélite, sendo apenas 11 MB reservado para a empresa e o restante comercializado pelos operadores privados que ganharem a licitação.


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